Morte, porquê não vem e leva-me contigo,
libertando minha alma de tão cruel sofrimento?
A vida me deu o exílio, e eu a minha vida dei todo o meu amor,
queria eu não ser mais eu, queria ser alguém,
alguém que fosse feliz, que desse valor as coisas,
alguém em que eu mesmo pudesse acreditar.
Não tenho mais forças para continuar, não tenho mais esperanças,
e nem mais vontade de ser alguém, não tenho nem coragem de ir embora...
Porque? Porque? Porque?
Não sei porque ainda estou vivo, não sei porque choro,
não sei porque escrevo esta carta,
tudo o que sei é que nada mais sei.
2 comentários:
Mariana,
Quisera tivessemos respostas para todos os nossos porquês, doravante a vida nos desafia, porque conhece nossa capacidade de luta, de força e discernimento...
A Felicidade é como um passarinho, um dia voa a buscar recantos infinitos, na busca de seus porquês,
noutros ele volta pro ninho, no aconchego do eterno ser...
Portanto creia, que num futuro, não muito distante, olharás para trás e lembrarás desse momento de agora e sorrirás, de ti mesma, quando ousava sem esperança...
Isto já aconteceu comigo, acontecerá com você... estamos todos na balança desta vida, plantando e colhendo alegrias de viver...
Esteja em paz!
Obrigada por me seguir, te seguirei tbém.
Bjss
Bom Ano 2010.
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